Seriados

Outlander – 1×01 – Sassenach

Claire Randall: Strange, the things you remember. Single images and feelings that stay with you down through the years. Like the moment I’d realized I’d never owned a vase. That I’d never lived in any place long enough to justify having such a simple thing. And how at that moment, I wanted nothing so much in all the world as to have a vase of my very own.

Claire Randall: Where is it? Where’s the city? It should be visible from here. – Jamie Fraser: Inverness? You’re looking straight at it. – Claire Randall: “There were no electric lights as far as the eye could see. And as much as my rational mind rebelled against the idea, I knew in my heart that I was no longer in the 20th century.”

E a melhor de todas:

Claire Randall: Once, travelling at night, I fell asleep in the passenger seat of a moving car, lulled by the noise and the motion into an illusion of serene weightlessness. Then the driver took a bridge too fast. And I woke to see the world spinning outside the car windows, and the sickening sensation of falling at high speed. That is as close as I can come to describing what I experienced. But it falls woefully short.

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Estrelinhas: 5 de 5.

Esse episódio tem a cena mais linda que eu vi nos últimos tempos. É a dança das druidas/bruxas! Sério. Não deixe de ver esta cena: https://www.youtube.com/watch?v=3fOF0rqjc3U

Seriados

Sex and the City – 1×02 – Models and Mortals

Carrie Bradshaw: Is he gay? – Stanford Blatch: He denies it. How can anyone that gorgeous be straight.

Carrie Bradshaw: It was hard to imagine that anyone so beautiful could ever be lonely.

Carrie Bradshaw: I began to realize that being beautiful is like having a rent-controlled apartment overlooking the park: completely unfair and usually bestowed upon those who deserve it least.

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O melhor do episódio: Mr Big sendo irresistivelmente Mr Big!

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Estrelinhas: 4 de 5.

Apesar de muito divertido, o episódio acaba caindo no clichê bobinho de que modelos são lindas pero burrinhas.

Seriados

Sex and the City – 1×01

“Welcome to the age of un-innocence. No one has breakfast at Tiffany’s, and no one has affairs to remember. Instead, we have breakfast at seven a.m., and affairs we try to forget as quickly as possible. Self-protection and closing the deal are paramount. Cupid has flown the co-op!”

E assim (ou quase) começa uma das melhores séries dos anos 90.

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Estrelinhas: 5 de 5.

Perfeição em 98’s feelings ❤

Fotografias

Fotos coloridas do Moulin Rouge

Fonte: Ideia Fixa

Autor: Damaris de Angelo

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French Cancan dancers, flipping their skirts to show garters & black stockings, perform on stage at the Moulin Rouge nightclub.

O glamour delicioso e erótico da vida noturna em Cabarés.

A vida sofisticada, erótica e sedutora dominou um endereço fixo durante 125 anos: 82 Boulevard de Clichy, em Paris Quartier Pigalle.

Os espetáculos fabulosos de Moulin Rouge dominavam a dança cancan, levando a expressão popular em pura energia para os palcos. O que para muitos era um escândalo, para tantos outros era a forma mais deliciosa de se divertir na noite, com danças, muita sensualidade e apetite sexual transbordante em cada cinta liga rendada contornando os corpos de loiras, mulatas e morenas sensacionais.

Homens e mulheres celebraram durante 125 anos a extravagância de uma atmosfera que fazia qualquer um salivar.

Curta um pouco dos bons drinks, números de dança e estilo de vida nesta série de fotografias que comemora o dia de ontem, 06 de outubro – 125º aniversário da abertura do Moulin Rouge -, com granuladas e deliciosas fotos do mundo parisiense, interminável, e exuberante que nos enche a boca de água desde 1889.

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Soneto XII – Pablo Neruda

SONETOS DE AMOR – XII

Plena mulher, maçã carnal, lua quente,

espesso aroma de algas, lodo e luz pisados,

que obscura claridade se abre entre tuas colunas?

Que antiga noite o homem toca com seus sentidos?
Ai, amar é uma viagem com água e com estrelas,

com ar opresso e bruscas tempestades de farinha:

amar é um combate de relâmpagos

e dois corpos por um só mel derrotados.
Beijo a beijo percorro teu pequeno infinito,

tuas margens, teus rios, teus povoados pequenos,

e o fogo genital transformado em delícia
corre pelos tênues caminhos do sangue

até precipitar-se como um cravo noturno,

até ser e não ser senão a sombra um raio.

© PABLO NERUDA

In Cem Sonetos de Amor, 1959

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Pablo Neruda, Cem sonetos de amor. [Soneto XI]

“AMOR, quantos caminhos até chegar a um beijo, que solidão errante até tua companhia!”

Soneto XI

Tenho fome de tua boca, de tua voz, de teu pelo, 

e pelas ruas vou sem nutrir-me, calado, 

não me sustenta o pão, a aurora me desequilibra, 

busco o som líquido de teus pés no dia. 
Estou faminto de teu riso resvalado, 

de tuas mãos cor de furioso celeiro, 

tenho fome da pálida pedra de tuas unhas, 

quero comer tua pele como uma intacta amêndoa. 
Quero comer o raio queimado de tua beleza, 

o nariz soberano do arrogante rosto, 

quero comer a sombra fugaz de tuas pestanas 
e faminto venho e vou olfateando o crepúsculo 

buscando-te, buscando teu coração ardente 

como um puma na solidão de Quitratúe.